Academia

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Todo mundo tem as suas fases na vida. A fase de brincar quando é criança, a de querer ser adulto quando ainda é criança (essa é a pior besteira que desejamos), a fase de namorar, de solteirar, etc. Eu sou magro! E agora estou querendo ficar melhor, digamos, fisicamente. E para isso estou na fase da batata doce academia.

A minha primeira experiência com academia não foi daquelas que tenho orgulho e diria: Gostei e vou continuar. Começando pela esteira. Me troquei e fui correr do lado de duas amigas que estavam caminhando. Então fui aumentando a velocidade de acordo com o que eu aguentava. Pronto, cheguei no limite e comecei a correr. Uma das meninas olhou para a tela da minha esteira, olhou a dela e para a da outra menina e aí comentou:

Eu não consigo correr na velocidade seis.

E aí eu fui perceber que as duas estavam ANDANDO na velocidade 6,5 e eu correndo igual um “adolescente em apuros” na velocidade menor que a delas. Mas não deixei que as gargalhadas delas me desanimassem, afinal NO PAIN NO GAIN como estava estampado na regata de um cara cujo decote ia até o umbigo.

Aliás, esse mesmo “monstro” da regata, curtia muito os espelhos da academia. Era uma sessão de exercícios, duas fotos pro Instagram. Ele deve ficar louco com os espelhos de um motel então.

Bom, depois da minha corrida de verdade na esteira, fui fazer algum outro exercício, mas ninguém me avisou que eu tinha que esperar um tempo depois de correr. Saí tonto e cambaleando como se meu corpo se movesse sozinho. Era como se o chão todo fosse uma esteira, onde você dá um passo e parece que deu três.

O tonto aqui sentou em um aparelho para trabalhar as costas, esperei um pouco até melhorar, e fui logo para esse aparelho porque tinha observado outras pessoas e parecia ser de boa. Era aquele aparelho que puxa um “guidão de bike” e levanta os pesos. Preparei, ajeitei, e comecei! ESTAVA PESADO PRA CARAMBA!!! Minha coluna gritou pelo amor de Deus naquela hora!

Sim, eu não tinha visto quantos pesos tinha antes de puxar e já era tarde, tinha uma mulher na minha frente me olhando. E o orgulho de ter que remover aqueles 40kg? Que nada! Tremi, me borrei, coluna saiu do lugar mas fiz uma sessão de 10! E aí fui para espelho pra dar aquela disfarçada marota da dor nas costas.

A minha regata vai ter escrito no pain, no attention to the blonde woman.
E como disse lá no começo, meu primeiro dia na academia não foi um dos melhores, mas voltei depois, porém não cometendo esses erros, cometendo novos. Porque é assim que vou vencendo as fases da vida segurando aquela barra que é gostar de você Didididiê

Te vejo no futuro 😉

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Ela é linda mas não tem nome…

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Quando seu dia tem tudo para ser apenas mais um, a vida lhe diz: ié ié! E você está no palco de um teatro com a plateia lotada esperando sua próxima fala. Foi assim que eu me senti indo trabalhar naquela manhã.

Comecei acordando atrasado pra variar. Ou seja, banho já era! Café da manhã,  foi só o café mesmo e bora correr pra pegar o bus lightyear. Consegui um lugar para sentar, coloquei a playlist e segui viagem com destino ao.. ESPERA!!! Quem era aquela que tinha acabado de entrar?

Ruiva natural, sardas no rosto, olhos verdes. Usava um vestido preto, um all star branco e uma bolsa com variados bottons de Red Hot Chili Peppers e até do Daryl de The Walking Dead. Ela estava ouvindo músicas em seu smartphone e foi caminhando pelo corredor até parar próxima a mim. Ela estava segurando sua bolsa e um livro, e eu PRECISAVA fazer alguma coisa!

– Posso ajudar? – perguntei enquanto estendia a mão para segurar a sua bolsa e o livro.
– Ah, obrigada! Pode ser só a bolsa mesmo – respondeu enquanto me encarava com aqueles olhos sobrenaturais.

E aqui estou eu, diante do palco da vida com a plateia lotada me olhando, apenas esperando eu puxar assunto com ela no ônibus! Mas antes, existem alguns fatores a serem analisados:

As mãos estão com alguma aliança? Não!
Ela está muito concentrada no livro? Sim!

Conclusão: Deixa quieto, aqueles lindos olhos não mereciam ser desviados do livro para um mero plebeu como eu… Ah não, eu tinha que puxar algum assunto. Mas como não parecer um chato e ser mais interessante que a leitura dela? Vou perguntar sobre o livro. Deixa eu ler a capa, pelo menos para conhecer o título: Um caso perdido.

Ok vida, se isso foi um sinal para eu sair de cena, foi bem direto! Mas eu enxerguei a minha alma através daqueles olhos verdes, eu precisava tentar.

– Chamativo esse título né?! – falei olhando para ela, tentando chamar sua atenção.
– Oi? – Ela tirou um dos fones de ouvido.
– “1° da New York Times” – (estava na capa) – deve ser bom mesmo.
– Nossa, é muito bom! Afirmou com aqueles olhos de esmeralda – É meio feminino, mas é muito bom!
– É romance?
– É! Quando li a resenha achei meio fraco. Falava que a menina classificava os meninos com sabores de sorvete. Uns eram chocolate, outros baunilha. Mas aí como eu já tinha lido outros livros da autora, me arrisquei e estou curtindo muito! Se você gosta de romance…

O celular dela começou a tocar, ela parou de falar e pediu licença, com um gesto de cabeça. Esperei ela atender já pensando em como continuar aquela conversa, apesar do fato de que ela havia falado mais do que eu, talvez ela não tenha se incomodado com a minha puxada de assunto.

– Oi amor! Bom dia! – disse ela.

Todos os baldes de água fria que você imaginar são poucos para descrever a para minha situação. E o pior, ela foi conversando com o “seu amor” até chegar no ponto final. Entreguei a bolsa, ela agradeceu com um sorriso matador de bonito e cada um foi para seu lado.

O meu lado de um cara que teve o prazer de admirar, nem que tenha sido por alguns minutos, a beleza de uma jovem que além de bela e simpática tinha todo o direito de cortar o assunto, mas me deu o ar de sua graciosidade.

O lado dela…não sei, mas se existir algum lugar com mais daqueles glóbulos esverdeados, é pra lá que eu vou.

Te vejo no futuro

Quem ou o que te impede de continuar vivendo?

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âncora

Esqueça tudo o que você sabe sobre âncora!

E não estou falando do Boris Casoy (TU DUM TSS), estou me referindo à um dos instrumentos náuticos.

Firmeza e força são os principais significados que encontrei pesquisando sobre esse objeto que pessoas carregam em tattoos, correntes e afins. Mas como disse antes, desapega desses significados e pense comigo: quando um navio chega em um cais, ele solta sua âncora para que a embarcação fique ali parada e quando vai  embora, ele retira o “Boris” da água e segue sua viagem.

Agora vamos supor que o navio seja sua vida e que o cais onde você parou seja a sua atual situação. O que seria a âncora que te impede de seguir a viagem?

Quando eu viajei para Florianópolis no feriado da Páscoa, fiz amizade com um cara que morou um bom tempo aqui em São Paulo e hoje vive lá. “Eu não aguentava mais ficar oito horas dentro de um escritório e andar em transporte publico lotado“. Ele me descreveu com essas palavras sem eu ter contado nada! E percebi que não existia nada aqui em São Paulo que o impedisse de realizar seus objetivos.

E pensando nisso percebi que tenho algumas “âncoras” que me impedem de atingir alguns objetivos, que talvez estejam me atrasando de seguir viagem para esse oceano de oportunidades que está aí fora.

Acredito que todos nós (sim, incluo você também!) temos uma âncora, seja ela família, religião, amigos, algo que nos faça estagnar em alguma situação e sabe-se lá até  quando. E porque é tão difícil sair da zona de conforto? Se é que queremos isso mesmo…

 

Te vejo no futuro 😉

 

Experiência ou oportunidade, o que preciso ter primeiro?

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O que eu preciso primeiro?

– Alô?

– Empresa dos seus sonhos onde aqui a sua vida estará feita, bom dia!

– Bom dia! Eu me chamo Eliabe, enviei um currículo para vocês, e quero saber se receberam.

– Sim, recebemos Sr. Eliabe. Analisamos sua formação, seu portfólio, porém observamos que você não tem experiência.

– É… estou em busca de uma oportunidade.. rs

– Aqui não! MUAHAAHAAHHAHA (click)

– Alô?…Alô?…

Ultimamente meus telefonemas para empresas em busca de algo na minha área têm sido assim. Claro que exagerei um pouco na história, o nome da empresa não era aquele, mas essa tal de experiência tem sido o meu karma! Aliás, é o que tem me faltado: novas experiências.

Acontece que de nada serve eu falar que sei todos os procedimentos para saltar de paraquedas, se eu não tiver sequer pulado uma única vez! Mas alguém teve que fazer isso primeiro, não é? Algum dia um estagiário aí teve que dar o primeiro salto e ver se funcionava. Agências: Eu sou o maluco que quer cair aí!!!

As empresas deveriam funcionar igual a um sistema de comando chamado vida! Ela te dá oportunidades, você faz suas escolhas e tcharam: tem algo no currículo; você tem câncer e terá que fazer metanfetamina para se bancar! Viu? Já tem algo no campo Experiências: “Aprendi que não adiantou eu ter colocado um cigarro sequer na boca que posso adquirir câncer pulmonar”. Whalter White

Experiências todos nós temos, alguns mais do que outros, mas devido ao fator principal: Câncer Oportunidade! Porque sem ela, como vou ter o conhecimento? Como dizer que vale a pena saltar 12.000 pés se não me deixam dar um salto? Estão me censurando! #vouprarua

Assim é o mercado de trabalho, em algum lugar aí pronto pra te dar uma oportunidade para crescer profissionalmente, para você somar algo na sua vida e aí colecionar os conhecimentos que for adquirindo, alguns bons, outros nem tanto.

Mas ultimamente é preciso trabalhar para ter experiência, e é preciso ter experiência para trabalhar! Vai entender…

Te vejo no futuro 😉

Faça alguma coisa mas faça com alguém

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Bom…primeiramente bom dia né?!

Independente de que horas você está lendo o texto, eu comecei a escrevê-lo as cinco da matina! Então me dê bom dia kct! Eu acordei cedo assim porque fui viajar nesse feriado. Sim, ainda tenho essa mania de não dormir um dia antes da viagem.

Lembra daquela época da escola em que tinha excursões para o Playcenter?! E aí era aquela zona no ônibus: Ô MOTORISTAA PODE CORRER QUE (nome da escola) NÃO TEM MEDO DE MORRER! Lembra? Eu não! Nunca fui ao PlayCenter…

MAAASSSS vamos falar de coisas boas né? Aqui se encaixaria a piada da tekpix ou da iogurteira Top Therm. Porque posso estar enganado, mas você não acha que os lugares que você frequentou, não se tornaram melhores por causa das companhias?

Eu ia usar o exemplo do PlayCenter, onde você faz aquela contabilidade de quantas pessoas beijou ao longo da excursão e tudo mais. Entretanto, não tive essa oportunidade, mas ao longo desse rodo cotidiano, tenho tido oportunidades de ir a lugares onde NENHUM HOMEM JÁ FOI nunca estive, viver novas experiências de vida, e sempre tenho tido companhia nessas saídas, o que me fez aprender que a companhia dessas pessoas faz toda a diferença nessa aventura.

Claro que um lugar não deixará de ser bonito e agradável só porque estarei sozinho apreciando-o. Já estive em várias situações assim, mas é o mesmo que um alpinista cego escalar o monte Everest, não é tão prazeroso de se ver haha.

As pessoas são o que farão do seu “Ô MOTORISTAA PODE CORRER”  inesquecível. Cada um tem sua personalidade, seu jeito de ser, e é isso o que irá complementar! As risadas de um tombo, de um vexame, as histórias que você contará depois quando se reencontrarem, tudo isso depende de quem está com você ali, do seu lado dizendo: E aí, curtiu?

Como diz Barney Stinson da série How I Met Your Mother: “Faça o que fizer nessa vida, não será lendário, a menos que os seus amigos estejam lá para vê-lo.”

Te vejo no futuro 😉

Aperte o play da vida!

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Diga mais SIM!

Não sou muito chegado a livros de auto ajuda, aqueles que ficam dizendo pra eu fazer isso, aquilo, ser assim, assado. Eu particularmente prefiro aqueles que contam uma estória com começo meio e fim e dali tiro algum aprendizado. Porque ficar falando pra fazer as coisas não funciona comigo… Tem certas coisas que você precisa viver…só a teoria não é suficiente.

Por exemplo, esse texto que está lendo, você tirará sua conclusão, vai ver outra coisa na net e PLUFT! Já esqueceu… E enquanto você não “viver” o que eu estou dizendo aqui, será apenas mais um texto. Então para não ser um texto de autoajuda, vou lhes contar uma história, ou melhor, como foi meu primeiro final de semana de fevereiro.

Era um sábado, o grande dia da festa da formatura, e aí comecei os preparativos para a festa; fazer NADA até a hora do banho! Andei de bike, fui até a casa da minha irmã, assistir alguns dvds de shows e fiquei esperando o dia passar, porque naquele dia…só estava esperando anoitecer.

Noite caída, suspensório puxando a calça, carro buzinando na porta de casa, estava começando a ficar empolgado! Chegando lá, todos bem vestidos, bartenders simpáticos, músicas rolando…apertei o play da noite! Cumprimentei a todos que vi passar os quatros anos comigo, uns mais chegados que outros, e fui me dando conta que muitos rostos alí, seriam a ultima vez que veria, então na dúvida, fui aproveitar essa que talvez fosse nossa ultima festa.

Tirei o paletó, dobrei a manga e a gravata já estava na testa, e enquanto eu pulava com a galera e suava tudo que tinha tomado, eu era o Super Mario com estrela… na verdade, todos éramos! Os problemas de cada um ali, tinham ficado do lado de fora, e estávamos fazendo valer cada centavo que pagamos e cada ano que passamos para estar alí! Nada mais importava, era eu, a música e os amigos!

Quando saí da festa e fui dormir, já eram seis da matina e tinha marcado um ROLEZAUM com outros amigos no Parque Ibirapuera as nove horas da madrugada. Dormir três horas para ir andar num parque com 32ºC? Porque não? Bora lá! Fiz novas amizades, conheci lugares que não tinha ido, sai um pouco do sedentarismo e a noite ainda estava caçando algo para fazer!

O que estou querendo dizer com tudo isso é que gastei muito nesses dois dias, mas não parei um momento sequer… dinheiro vai e vem…esses momentos não. As vezes vale a pena você pensar que a vida é muito curta para ficarmos se importando com preço das coisas e não nos valores que cada momento tem. Vamos dizer mais Sim! Eu disse, continuo dizendo, e continuarei assim… Porque eu sei que tenho que continuar vivendo…e vai saber o que o amanhã me prepara.

Te vejo no futuro 😉

Eu preciso dormir!

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Refletindo

E esse mês que não acaba? Tudo bem que ele é o primeiro do ano e depois dele vem os outros onze apóstolos, mas é só impressão minha ou está ele fazendo hora extra? Hoje é o ultimo dia dele e nem Jack Bauer poderá salvar suas ultimas 24 horas de existência.

E se tem uma coisa que vou me lembrar muito desse apostolo Jan é a minha falta de sono…ou da dificuldade que tive de dormir bem. Seja por ansiedade, angustia, tristeza, por calor…foi treta!

Claro que se eu estivesse “de boa” com meus sentimentos ou problemas resolvidos, ainda sim existiria esse “calor quente”, como falava minha professora de física, como fator essencial nas minhas tentativas de dormir pelo menos quatro horas.

Mas deixando essa sensação térmica de lado, de preferência do outro lado do mundo, eu tenho um script que sigo toda hora que vou nanar. Deito de barriga pra cima e começo a avaliação do meu dia. O que deveria ter feito/dito e o que não deveria, e já pensando no dia de amanhã “se acontecer de novo eu vou fazer assim, assim, assado”, e aí já penso nas contas, nos problemas e vira aquela bola de neve.

E quando me falaram: “Vou te levar pra conhecer a casa amarela na praia!” Aí já viu, voltei a ter aquela sensação da quinta série, quando ia para o Sesc e na noite anterior não conseguia dormir de tão ansioso! Eu ainda tenho isso as vezes…e junta o calor então…é uma fusão perfeita pra eu ter que ligar a TV e ficar assistindo telecurso 2000 até dar a hora de ir trabalhar.

Se antes eu não dormia por que tinha que ficar acordado por causa do TCC, nessa semana não estou dormindo direito pela ansiedade da festa de formatura!
Aliás, se todos os meses forem igual Janeiro…Vou começar a aprender alguma coisa nessas madrugas em claro. Eu, o calor e sabe-se lá o que me aguarda.

Te vejo no futuro 😉

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